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Escrever sobre o amor e sobre a vida...


Muitos de vocês sabem que eu adoro escrever sobre o amor; sobre os encontros que mudam os destinos dos personagens, sobre as paixões que aquecem o coração e as relações que nos fazem acreditar que sempre vale a pena arriscar.

Mas, para mim, escrever não é apenas falar do amor romântico.

Também é abrir espaço para aquilo que faz parte do nosso dia a dia como pessoas e unidos como sociedade: os desafios reais, as dores acumuladas, as escolhas feitas e as responsabilidades que carregamos a partir dessas escolhas.


Por isso nos meus livros, além do amor entre duas pessoas, gosto de trazer reflexões sobre o mundo em que vivemos. E sobre o que desejamos para o futuro das pessoas e do mundo.

Tenho fé que uma boa história pode emocionar, mas também pode fazer os leitores pensar.

Eu não digo isso com a intenção de tornar um livro leve em um palanque de regras.


Durante a escrita do meu último livro "Expedição do amor" eu pensei muito sobre como queria levantar algumas pautas importantes dentro da história, sem me tornar um palestrinha.


Proteger o estilo de vida indígena não é um tema distante das nossas vidas: ele está ligado a proteção da natureza, ao respeito as culturas e a preservação do mundo para as próximas gerações.


Quando trago esses temas nos livros que escrevo, meu intuito é lembrar que o amor não existe isolado no mundo, os personagens que eu criei são reflexos da vida real, eles não estão flutuando em um universo vazio, eles vivem em um mundo que precisa de cuidado, um mundo com desafios. A graça é ver como esses personagens vão superando os conflitos apresentados e a evolução de suas histórias.


Outro ponto que considero essencial é o respeito às diferentes formas de vida e de se ver livre no mundo. Eu sei que as pessoas que me seguem buscam exatamente o que eu me proponho a fazer. Mas ainda existem pessoas que estão fechadas em suas bolhas e não se permitem enxergar um mundo diferente do que ela está acostumada, um mundo que acreditaram ser o certo.


Mas quem disse o que é certo e errado?


Isso significa abrir o coração e a mente para aceitar a diversidade: pessoas que vivem de formas diferentes da nossa, que amam de maneiras diferentes e que carregam histórias diferentes. É um convite à empatia, à compreensão e ao acolhimento.


Escrever é esse ato de juntar emoções com a visão de um mundo real e fantasioso. É dar voz ao romance, mas também às realidades que tocam todos nós. Afinal, o amor é lindo, mas ele se fortalece ainda mais quando acontece em um mundo justo, respeitoso e humano.


Assim é o que costumo escrever em um livro: mostrar um coração que bate forte nas páginas, mas que também possui olhos atentos para a vida ao redor.



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Jules Petit

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