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Eu não abandonei o amor no meu novo livro: apenas o tornei perigoso


Amor e Caos: escrevendo Redenção de Sangue


Quando decidi escrever Redenção de Sangue, eu sabia que estava entrando em um território diferente.

Máfia, conflitos morais, personagens que não cabem facilmente na definição de heróis ou vilões.

Um universo onde decisões custam caro e o certo nem sempre é limpo.

Mas havia algo que eu não estava disposto a abandonar: o amor.

Escrever esse novo livro foi desafiador porque eu não queria abrir mão dos mais diversos tipos de amor que sempre gosto de narrar. O amor da família, mesmo quando ela é imperfeita. O amor da amizade que nasce na dor compartilhada. O amor romântico que surge onde não deveria. A parceria construída no apoio, nos olhares, na lealdade.

Transitar pelo universo da máfia não significava abandonar minha essência. Pelo contrário, significava colocá-la à prova.

Como escrever sobre personagens moralmente cinzentos sem justificar seus erros? Como falar de poder e violência sem deixar que isso definisse completamente quem eles são?

A resposta que encontrei foi simples e complexa ao mesmo tempo: lembrar que, antes de qualquer escolha questionável, existem pessoas. Pessoas que amam. Pessoas que erram. Pessoas que tentam proteger quem está ao lado delas, mesmo quando fazem isso da maneira errada.

Em Redenção de Sangue, o amor e o caos andam de mãos dadas. O poder testa limites. A lealdade é colocada à prova. Mas, no centro de tudo, ainda existe a mesma pergunta que guia todas as minhas histórias: até onde alguém iria por amor?

Escrever sobre máfia foi explorar as sombras e os erros. Continuar escrevendo sobre amor foi acender luz dentro delas.

E talvez seja exatamente esse contraste que faz essa história pulsar no meu coração.

Porque, no fim, não importa quão complexo seja o cenário, são os vínculos que movem tudo.

E eu continuo sendo, acima de tudo, escritor de histórias de amor.


REDENÇÃO DE SANGUE LIVRO 1 - Disponível na Amazon


 
 
 

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Jules Petit

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